img_topo_01.jpg

Subscrever Newsletter

Destaques

Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
  • Consultório Dr. Paulo Ramos
Olheiras: como acabar com elas

 

As olheiras podem ter dois tipos de causas, um hereditário, e outro, devido sobretudo a cansaço e/ou má alimentação. No primeiro, nota-se por um excesso de pigmentação da pele, tornando-a mais escura e é mais frequente em pessoas de pele morena e nos orientais. No segundo caso, para além do cansaço ou má digestão, podem ser provocadas pela ingestão excessiva e/ou constante de bebidas alcoólicas, tabaco, medicamentos químicos, sal e café. Ver televisão até tarde e estar muitas horas ao computador podem ser causa de cansaço ocular. Os nossos olhos não foram feitos para estarem sempre a olhar para ecrãs ou a ler. Precisam de horas de descanso.



Para aliviar olheiras, de uma forma natural, temos ao nosso alcance várias soluções: rodelas de pepino geladas aplicadas sobre os olhos; compressas geladas de chá de camomila, ou chá preto ou chá 3 anos; rodelas finas de batata crua; compressas feitas com batata crua ralada aplicada sobre um tecido (limpo) de algodão (a seguir lavar com água bem fria). Todos estes tratamentos devem ser aplicados três vezes por dia, em relaxamento, em posição deitada, numa ligeira penumbra e com os telefones e telemóveis desligados.



Segundo o Ayurveda (antiga medicina indiana), a massagem ao rosto feita com Ghee (óleo de manteiga clarificado) é especialmente eficaz, se feita regularmente, e pode ser coadjuvada com a massagem à cabeça libertando tensões acumuladas e activando todos os pontos energéticos que temos nessas partes do corpo.

 

 
Diabetes infantil

 

Quando as crianças desenvolvem diabetes, muitos pais não sabem como lidar com o problema. O melhor que tem a fazer é conhecer a doença e tirar todas as dúvidas para ajudar seu filho.

A diabetes é uma doença endócrina, que se caracteriza pela fraca ou inexistente produção de insulina, por parte do pâncreas, ou por resistência à mesma, que leva a um aumento de concentração de açúcar no sangue (hiperglicemia).

Podem-se distinguir essencialmente dois tipos de diabetes:

Diabetes tipo 1:


É o tipo mais comum em crianças, de aparecimento súbito e pode surgir desde as primeiras semanas de nascimento. Mas é na faixa dos 5 aos 7 anos e durante a puberdade que é mais comum.

Diabetes tipo 2:


Surge quando as células resistem à acção da insulina, mesmo que sua produção seja normal, e resulta de um estilo de vida pouco saudável associado a factores hereditários.

Antigamente era uma doença típica do adulto, mas com a subida da taxa de obesidade infantil, este tipo de diabetes aumentou consideravelmente entre as crianças.

 

Como prevenir a diabetes infantil?

 

As medidas de prevenção da diabetes podem ser adoptadas a partir do nascimento e estendidas ao longo da infância:

  • Recorra ao aleitamento materno e evite a alimentação artificial, rica em açúcares desnecessários.

  • Garanta uma alimentação saudável ao seu filho, para evitar a obesidade infantil.

  • Incentive-o a fazer desporto, a brincar e a correr e explique-lhe os malefícios do sedentarismo.

 

Medidas a adoptar pelos pais

 

Quanto mais cedo a diabetes for detectada, mais eficazmente se controla a doença e se evitam complicações futuras.

  • Para controlar a diabetes tipo 1, são necessárias aplicações diárias de injecções de insulina. O número de injecções diárias varia de acordo com as necessidades da criança. A correcta monitorização dos níveis de glicose no sangue é imprescindível.

  • Na diabetes tipo 2, geralmente, não é preciso administrar nenhum medicamento à criança, mas é essencial fazer um controlo rígido da taxa de glicose; ajustar a dieta, retirando da alimentação açúcares de absorção rápida e incentivá-la a praticar exercício físico.

 

Para saber mais, contacte a Associação dos Jovens Diabéticos de Portugal, que conta com um recém-criado Clube dos Pais
Telefone: 96 707 7057
Internet: www.ajdp.org

 

 

 
Leite materno e a sua importância

 

O normal é amamentar a criança durante os primeiros quatro meses, altura que coincide, aliás, com a licença de parto que a legislação portuguesa prevê. Há, porém, quem mantenha a amamentação até aos seis meses, introduzindo progressivamente outros alimentos, como papas, sopas e iogurtes, na dieta infantil.

Porém, segundo a Organização Mundial de Saúde, os bebés deveriam ser amamentados, como complemento, no mínimo até ao segundo ano de vida. Os benefícios da amamentação continuam mesmo para crianças maiores. Mas, a amamentação, não traz benefícios apenas para o bebé. É muito importante também para a mulher, a família e até para o planeta, pois trata-se, sem sombra de dúvidas do alimento mais ecológico.

De uma forma geral, as crianças que mamam no peito são mais inteligentes. Um estudo feito na Nova Zelândia, durante 18 anos, com mais de mil crianças, provou que aquelas que foram amamentadas eram mais inteligentes e tinham maior sucesso na escola e universidade.

Todos os bebés precisam do calor maternal. Várias pesquisas mostram que bebés que não tiveram contacto físico têm maior risco de adoecer e até de morrer. Na amamentação, o contacto físico é maior e proporciona à mãe e ao bebé um momento de proximidade diária. Essa ligação emocional muito forte e precoce pode facilitar o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com outras pessoas.

O desenvolvimento psicomotor e social dos bebés amamentados é claramente melhor e resulta, na idade de um ano, em vantagens significativas.
Além disso, o leite materno contém endorfina, substância química que ajuda a suprimir a dor. É, pois, uma boa ideia amamentar o bebé logo após ele ser vacinado. Ajuda a superar a dor e o leite materno também reforça a eficiência da vacina.

O leite materno contém todos os nutrientes de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida: tem água em quantidade suficiente, mesmo em clima quente e seco; contém proteína e gordura mais adequadas para a criança e na quantidade certa; também tem mais lactose (açúcar do leite) do que os outros leites; vitaminas em quantidades suficientes, não havendo necessidade de suplementos vitamínicos.

Além disso, o leite materno tem ferro em quantidade suficiente, para lá de quantidades adequadas de sais, cálcio e fósforo.

Vantagens para a mãe

A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa. Não existe nada melhor que olhar um bebé de quatro meses de idade e saber que toda a nutrição que ele precisa vem de si.

Mas, para além do efeito psicológico, amamentar uma criança - a sua própria criança, bem entendido! - contribui para várias melhorias físicas. Por exemplo, proporciona mais rapidez na diminuição do volume do útero e evita a hemorragia no pós-parto.

A amamentação estimula a produção de oxitocina, que estimula as contracções, que vão diminuir o tamanho do útero e expulsar a placenta. Essas contracções também agem nos vasos sanguíneos da mulher, diminuindo o sangramento. Por outro lado, os especialistas concluíram que a mulher que amamenta tem menos risco de contrair cancro da mama.

Segundo estudos médicos, se todas as mulheres que não amamentaram ou amamentaram menos de três meses o tivessem feito por quatro a 12 meses, o cancro da mama entre mulheres na pré-menopausa poderia ser reduzido em 11 por cento, julgando as taxas actuais.
Se todas as mulheres amamentassem por 24 meses ou mais, essa incidência seria reduzida em quase 25 por cento!

A amamentação exclusiva protege contra anemia (deficiência de ferro), já que as mulheres amamentando exclusivamente demoram mais tempo para menstruar, pelo que o seu "stock" de ferro não é diminuído com o sangramento mensal. A amamentação previne ainda o aparecimento, na idade mais avançada, da osteoporose.

 
Varicela e os nossos filhos

Varicela

 

O que devo fazer se penso que o meu filho tem varicela?

Se pensa que o seu filho foi infectado, consulte de imediato o seu médico. O diagnóstico desta doença é normalmente simples, e quanto mais cedo a varicela for identificada, mais cedo um tratamento poderá ser considerado. Tratar precocemente a doença é importante, para reduzir os sintomas da criança. A maioria das crianças com varicela não tratada desenvolve uma média de 200 a 300 vesículas durante o curso da doença.

O que é a varicela?

A varicela é uma doença de infância muito vulgar, todos os anos afecta dezenas de milhar de crianças em Portugal, especialmente durante o Inverno e Primavera. É causado pelo vírus varicela-zoster, um membro da família do vírus herpes, o mesmo que causa herpes zoster (zona).

Uma vez debelada, a varicela normalmente não reaparece, no entanto, o vírus permanece alojado no tecido nervoso como que adormecido (não activo), podendo reactivar-se mais tarde, causando zona.

A varicela é perigosa?

Quando se detectam os primeiros sintomas, é difícil prever até que ponto a varicela do seu filho poderá ser grave. Apesar da doença não ser normalmente perigosa em crianças saudáveis, causa mal-estar e pode levar ao absentismo das crianças à escola e dos pais ao emprego.

Em crianças mais velhas e em especial nos adultos, os sintomas são geralmente mais graves e podem originar outros problemas.

Existem complicações associadas à varicela?

Apesar de raras, podem ocorrer infecções bacterianas, encefalite e pneumonia.

Quais são os sintomas da varicela?

O primeiro sintoma é a febre ligeira. Um ou dois dias mais tarde aparecem manchas vermelhas primeiro no couro cabeludo e espalhando-se mais tarde pela cara, tronco, axilas, braços, pernas, boca e por vezes na traqueia e brônquios.
A criança pode também queixar-se de dores de cabeça, dores de garganta, dores de estômago, cansaço e perda de apetite.

 
Novos tratamentos para artrite reumatóide

Novos tratamentos para a artrite reumatóide

 

Os progressos recentes da biotecnologia levaram à identificação de uma nova classe de fármacos, os chamados biológicos, que modificam a resposta biológica do organismo, atacando alvos específicos e bem definidos, responsáveis por processos de doença importantes, alargando, assim, o leque de possibilidades para os pacientes com artrite reumatóide:

 

Inibidores da TNF

A TNF é uma substância produzida no decurso resposta imunitária e mediador prioritário da resposta inflamatória e destrutiva da artrite). «Foram os primeiros fármacos biológicos a serem produzidos e utilizam-se já há alguns anos em todo o mundo», revela Augusto Faustino, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia.

«Está provado em inúmeros ensaios clínicos que, desde que utilizados com precaução, são seguros e permitem bloquear a progressão da doença, controlando os sintomas», conclui.

Existem três substâncias disponíveis para uso corrente: o infliximab (administrado por via endovenosa, implicando a deslocação ao hospital cada 4 a 8 semanas), o etanercept (dado de forma subcutânea, uma ou dias vezes por semana) e o adalimumab (administrado por injecção subcutânea de caneta seringa, duas vezes por mês).

 

Abatacept

 Este medicamento é dirigido à fase de activação das células T, que é o primeiro passo do processo inflamatório auto-imune característico da artrite reumatóide. Tem uma excelente eficácia no controlo da dor e da progressão da doença e prolonga a melhoria dos pacientes durante um ano.

 

Rituximab

Melhora os sintomas em pacientes com artrite reumatóide moderada a severa tratados previamente sem sucesso com outros fármacos biológicos, aliviando os sintomas durante mais tempo, com a administração de apenas uma dose.


 

 

 

 

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 Seguinte > Final >>

Página 1 de 6